Uma parada não planejada é problema para empresas de transporte de cargas. Além da inconveniência para o motorista, cria custos adicionais de reparos, perda de receita e, no pior dos casos, danos à reputação nos clientes.

Para identificar os motivos que levam a paradas inesperadas e evitá-los, a Volvo Trucks realizou, na Europa, uma pesquisa baseada em dados de 3.500 caminhões Volvo em um período de mais de cinco anos. Com essa base de estatísticas reais, a empresa pode realizar simulações avançadas e gerar uma gama de possíveis situações de manutenção para analisar como, porque e quando os caminhões têm paradas não planejadas.

“O estudo mostrou claramente que monitorar o uso do caminhão e a condição de diferentes componentes chave do veículo, possibilita planejar melhor a manutenção. Acreditamos que podemos reduzir o número de paradas não planejadas em 80% se a manutenção do caminhão for realizada dentro dos prazos ou em resposta às necessidades reais,” explica Hayder Wokil, diretor de Qualidade e Disponibilidade da Volvo Trucks.

Caminhões conectados são o caminho para zero paradas não planejadas. Um dos principais pré-requisitos para a redução do número de paradas não planejadas é ter condições de prever as necessidades em serviços e manutenção, e de customizar o atendimento para cada caminhão individualmente, levando em consideração a especificação do caminhão, em que tipo de ambiente vai rodar, o tipo de carga que vai transportar e quais distâncias percorrerá a cada ano. (veja vídeo da Volvo com legenda em português)

No Brasil, a Volvo também vem investindo na conectividade de seus veículos, um exemplo já disponível para a nova linha F é o Voar Oncall, que facilita a conexão do motorista com o VOAR (Volvo Atendimento Rápido) por meio de um toque em botão disponível no painel do caminhão. Ao acionar o botão, todas as informações sobre o caminhão e o foco do motivo da parada relatado pelo motorista podem ser acessados por técnicos da Volvo remotamente.

A manutenção preventiva ainda é um desafio na cultura brasileira, mas tem crescido nos últimos anos, conforme transportadores e autônomos percebem sua importância e fazem as contas entre parar preventivamente x quebrar no meio da estrada.

Por Paula Toco com informações Volvo Caminhões

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