terça-feira, outubro 20, 2020
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ANTT quer saber impactos e riscos do piso mínimo

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o grupo Esalq-Log elaboraram um questionário que visa identificar os impactos e riscos da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, o piso mínimo de frete.

Para responder o questionário, clique aqui.

O público-alvo são profissionais envolvidos no transporte rodoviário de cargas, e tem como objetivo definir os impactos observados por eles, sejam eles positivos ou negativos.

O questionário busca captar informações a respeito das mudanças no mercado de transportes após a implantação do piso mínimo, como aumento ou redução de fretes.

Também possíveis alterações nas estratégias das empresas e/ou agentes do setor, como aquisição de frota própria, utilização de outras modalidades de transporte, etc.

Os resultados obtidos vão somar aos dados coletados nas reuniões ocorridas durante todo o ano de 2019, realizadas em diversas cidades do Brasil e também de forma on-line, e serão utilizados para aprimorar a política do piso mínimo de fretes.

Leia também: “Estamos sendo bem humilhados”, relata caminhoneira sobre Argentina

Adaptado de ANTT

1 COMENTÁRIO

  1. Saudações ! Eu como caminhoneiro Autônomo que sou só vi a tabela funcionando logo após a edição da Lei ,depois teve os questionamentos judiciais e nunca mais vi funcionar para nós autônomos ,o famigerado frete retorno é o que mais nos prejudica , há um jogo de interesses muito forte pq as empresas carregam para o norte e nordeste com frete muito bom na volta vem por qualquer valor e aí da querem tirar uma grande margem de lucros em cima do freteiro Autônomo , meus custos na volta são os mesmos da ida ! Não pago 40% a menos no diesel , pneus , comida ,banho etc

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