domingo, março 7, 2021

Após 2 dias de greve, governo boliviano cede a favor de caminhoneiros

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Na última quarta-feira, 13, estradeiros da Bolívia começaram uma paralisação pedindo a prorrogação de pagamento de empréstimos bancários para o setor do transporte no país. A manifestação causou bloqueio na fronteira entre Corumbá (MS) e a Bolívia. Após 2 dias de greve, o tráfego foi normalizado.

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Após 2 dias de greve, governo boliviano cede a favor de caminhoneiros | Imagem: Google Maps | Entrada da cidade de Corumbá/MT, que faz fronteira com a Bolívia.

Caminhões estavam proibidos de cruzar o território entre os dois países, tiveram a circulação liberada pelos manifestantes do setor de transporte pesado nesta sexta-feira, 15. O fim da greve aconteceu devido a um acordo feito com o governo: a prorrogação do prazo de pagamento por mais seis meses.

Ao Diário Corumbaense, o presidente do Sindicato do Transporte Pesado da Província de German Busch, Angel Saavedra, tinha adiantado que o bloqueio seria suspenso caso o governo atendesse a categoria. “O que estávamos reivindicando, o governo acabou cedendo, então, temos mais seis meses de prazo, para pagar empréstimos aos bancos. Por isso, o tráfego normalizou na fronteira”, disse.

A mobilização, que aconteceu em todo território boliviano, pedia a prorrogação do pagamento de empréstimos bancários do setor do transporte pesado, por não ter conseguido se recuperar da forte crise econômica que atravessa o país, em decorrência do coronavírus.

Na região de fronteira, o ponto de bloqueio foi no cruzamentos das Avenidas Luis Salazar de la Vega e Bolivar, em frente a uma agência bancária. Veículos de grande porte foram colocados no meio da pista para impedir o trânsito de caminhões de cargas. Apenas carros de passeio estavam liberados.

No ano passado, o governo de transição estabeleceu o adiamento do pagamento dos empréstimos até janeiro deste ano, como medida para amenizar a economia dos diversos setores, afetados pelas restrições que foram implementadas para impedir o avanço do coronavírus.

Mas uma vez que esse prazo expirou, as operadoras pediram formalmente ao novo governo que prorrogasse o prazo por mais seis meses, o que acabou acontecendo.

 

Adaptado de Diário Online

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