sábado, outubro 31, 2020
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Após 3 anos, Mercedes reativa segundo turno na produção de ônibus

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A Mercedes-Benz anunciou nesta terça-feira, 27, que reativou o segundo turno da produção de ônibus na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Desde 2016 a fábrica só produzia ônibus em turno único.

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segundo turno mercedes benz

O ritmo de produção foi aumentado graças a venda de 1,6 mil ônibus para o serviço de transporte público da cidade de São Paulo. Segundo a Mercedes-Benz, este é o maior lote já vendido para a capital paulista. As entregas devem começar em dezembro deste ano.

Segundo Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil, a previsão para 2019 é que o mercado de ônibus novos seja de aproximadamente 18 mil unidades. A estimativa é de crescimento de aproximadamente 25% na comparação com 2018, quando foram emplacados 14,4 mil exemplares.

Desde o ano passado, a Mercedes afirma que contratou 1,1 mil pessoas para trabalhar na unidade do ABC paulista, que também produz caminhões. Por isso, não haverão novas contratações específicas para a linha de ônibus.

Agora, a fábrica opera em 2 turnos na produção de ônibus e caminhões, e em 3 turnos na fabricação de peças agregadas. No entanto, Schiemer disse que a ociosidade ainda é de 40% — menor do que era há um ano.

 

Crescimento depende de reformas

Schiemer também comentou sobre o mercado de caminhões e a expectativa para os negócios em 2020. Segundo o executivo, os resultados devem ser influenciados pelo andamento das reformas – especialmente da previdência e tributária.

“O mercado ainda está mostrando uma recuperação. O risco de o trem descarrilar é menor. Mas gostaríamos que caminhasse com mais velocidade. Os avanços são lentos para a economia real”, falou.

A Mercedes acredita que o crescimento atual está sendo puxado pela renovação de frota de setores como agronegócio e transporte de líquidos, e não aumento na compra para expandir frotas.

A empresa também vê com bons olhos o acordo entre União Europeia e Mercosul. “O Brasil precisa de abrir para o mundo. Mas precisa de reformas para ser competitivo. O tempo para entrar em vigor é suficiente para se preparar”, completou.

 

Por Pietra Alcântara com informações do Auto Esporte

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