domingo, outubro 25, 2020
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Áreas portuárias são leiloadas à iniciativa privada

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Duas áreas do Porto de Santos, em São Paulo, e uma do Porto de Paranaguá, no Paraná, foram leiloadas na última terça-feira e passarão a pertencer à iniciativa privada. As concessões das áreas portuárias são resultado de um leilão realizado na bolsa de valores B3, em São Paulo. Os lances vencedores somaram R$ 148,5 milhões em valor de outorga.

Leia também: Brasil é líder mundial em concessões rodoviárias – o que isso significa?

areas portuarias
Imagem: Sérgio Furtado/Divulgação/Ministério da Infraestrutura

Os terminais em Santos são destinadas à movimentação de graneis líquidos combustíveis, e fertilizantes e sal. No Porto de Paranaguá, a área que será arrendada é destinada à movimentação de carga geral, especialmente papel e celulose.

As três áreas portuárias fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. A previsão de investimentos é de cerca de R$ 420 milhões durante os 25 anos de arrendamento.

Pelas regras, arremataram as áreas as empresas e/ou consórcios que ofereceram o maior valor de outorga.

Assista ao vídeo: Roubos no Porto de Paranaguá

 

Compra das áreas portuárias

Dos R$ 148,5 milhões em outorga, R$ 37,125 milhões serão pagos à vista, na assinatura do contrato, que deve ocorrer em até 120 dias. O restante será pago em 5 parcelas anuais, segundo o Ministério da Infraestrutura.

Veja abaixo os vencedores de cada uma das áreas portuárias leiloadas:

Terminal STS20 – Porto de Santos

  • Vencedor: Consórcio Hidrovias do Brasil Holding Norte
  • Lance: R$ 112,5 milhões
  • Prazo de concessão: 25 anos
  • Previsão de investimentos: R$ 219,3 milhões

Terminal STS13A – Porto de Santos

  • Vencedor: ABA Infraestrutura e Logística S.A
  • Lance: R$ 35 milhões
  • Prazo de concessão: 25 anos
  • Previsão de investimentos: R$ 110,7 milhões

Terminal PAR01 – Porto de Paranaguá

  • Vencedor: Klabin S.A
  • Lance: R$ 1 milhão
  • Prazo de concessão: 25 anos
  • Previsão de investimentos: R$ 87 milhões

 

Por Pietra Alcântara com informações do G1

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