Parece que, se depender da Petrobras, a política de preços de combustíveis não será alterada. É o que afirmou o presidente da estatal, Pedro Parente, nesta terça-feira, 22, após reunião em Brasília com os ministros da Fazenda, Eduardo Guardia, e de Minas e Energia, Moreira Franco. As informações são do G1.

Também após a reunião, o Ministro da Fazenda afirmou que é “muito reduzido” o espaço do governo para redução dos tributos sob os combustíveis.

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Só em maio, já foram anunciadas pela Petrobras 10 altas e 5 quedas no preço do litro do diesel.

Os reajustes ocorrem em meio à disparada no preço do petróleo no mercado internacional e na cotação do dólar em relação ao real. A nova política de preços da Petrobrás, que permite reajustes praticamente diários, começou em julho de 2017 e leva em conta o mercado internacional.

Após reunião do presidente Michel Temer com ministros, anunciada na última segunda-feira, 21, O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo federal buscará “um pouco mais de controle” para dar “previsibilidade” à alta dos combustíveis.

 

Redução nos combustíveis

Apenas em maio, já foram anunciadas 10 altas e 5 quedas no preço do litro do diesel. O alto valor do diesel tem causado insatisfação em transportadores e motoristas profissionais, que estão em greve por todo país.

Após essa sequência de altas, a Petrobras anuncia que reduzirá os preços da gasolina em 2,08% e os do diesel em 1,54% nas refinarias a partir desta quarta-feira, 23.

Veja também: Mudanças da Petrobras no preço do combustível refletem nos postos?

Segundo informou a petroleira, o preço da gasolina nas refinarias cairá de R$ 2,0867 o litro para R$ 2,0433 a partir desta quarta. Já o preço do diesel será reduzido de R$ 2,3716 para R$ 2,3351. As informações são do G1.

Veja também: Governo discute criação de força-tarefa para investigar cartel na venda de combustíveis.

 

Por Pietra Alcântara

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