Maio, junho, julho e agosto. Estes são os meses críticos para a formação de neblina, o fenômeno natural que reduz a visibilidade e aumenta muito o risco de acidentes.
Colisões traseiras (que podem se transformar em engarrafamentos), por exemplo, são as ocorrências mais comuns, assim como choques contra obstáculos fora da pista (muretas de proteção, postes de sinalização, guard-rails, etc.) e atropelamentos.
 
 
 

Em geral, trechos de serra e baixadas (vales) estão mais sujeitos à ocorrência de neblina. Os períodos de maior incidência são o começo da manhã e a madrugada. Por isso, é preciso redobrar a atenção. Uma dica é acender os faróis baixos, caso o veículo não tenha o chamado farol de neblina. Já o farol alto deve ser evitado, porque dificulta a visibilidade pela grande dispersão de luz emitida sob neblina.

Neste período é comum as concessionárias de rodovias ou governos estaduais alertarem os motoristas sobre os pontos de maior incidência. Então é importante ficar atento à sinalização. Em São Paulo, por exemplo, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), as concessionárias que administram 6,4 mil quilômetros de rodovias e a Polícia Militar Rodoviária vão tomar medidas essenciais para uma viagem segura.

Entre as principais ações das concessionárias estão a revitalização das sinalizações, veiculação de mensagens alertando os motoristas nos painéis de mensagens eletrônicos, sinalização com uso de viaturas, campanhas educativas, informativos através de sites, redes sociais e serviço 0800 e até suspensão de obras quando houver situações críticas.

Clique aqui e veja os pontos críticos para neblina no estado de São Paulo

 

Por Jaime Alves, com informações da Artesp

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